4 de junho de 2007

Culture shock



Most useful!

This is a pack of good and necessary information for anyone in a situation as mine. I really could put down my firm on these advices. Coming from who's coming, have a look, these information shall receive a good bit of attention. Good luck for any foreigner surfing in my blog and willing to get set abroad. You bet we divide homesick feelings, as we say in Brazil: saudades. I know that there are some information related to the LSE itself, but can be imported to your self institution or reality, I guess. Let's get to the stuff, source London School of Economics:

International Students and Culture Shock It can be exciting to study abroad, but some students may find the experience of coming to a new country and a new culture a bit overwhelming. The combination of missing friends and family and adapting to a new environment can induce 'culture shock'. This is a popular term for describing the impact of moving from a familiar culture to one that is unfamiliar. Here are some ways to deal with it: Remember that culture shock is a normal experience and that it should pass.

Keep in touch with your family and friends by telephone, letter, fax or email

Keep familiar things around you that have personal meaning - photos, etc

Find a supplier of familiar food if you can. For details of local shops please see:

UpMyStreet - a very useful website for finding out about local shops and services in your area

TimeOut London - very useful for shopping of all kinds, including food

Make friends with other international students - from your own culture and others. Investigate the Students' Union and its many societies. Freshers' Week is an excellent time for this (see Student societies)
Visit International Students House - a social centre for overseas students situated in central London. They offer a Christmas programme for students who are remaining in London over the Christmas vacation.
Take advantage of the student induction programme provided by the School and by your department

Your Student Mentor, School and Departmental Officers or the staff in the Student Services Centre in the Old Building can also help you. If you are having problems - tell someone <= * you heard them! :) Join one of the many S.U Societies, for more information see LSE Students' Union Societies Link with a faith community if appropriate. The LSE Chaplaincy should be able to put you in touch with a local church, mosque, synagogue, or temple, and there are several religious student societies. Don't forget that if feelings of isolation or disorientation persist and are affecting your studies, there are people here who can help you. We want you to get the most out your time here, and to enjoy the experience. <= you heard them phase two! :) The Students' Union has an international students officer who is responsible within the Union for ensuring the welfare and representation of international students. You can email him / her at ... For more information for international students, please see ..."

Segunda viagem ao lago.

Colhido aqui, no EmOff(ainda vou descobrir quem são estes companheiros de trincheira), sirvo o texto adiante, nesta peleja que apenas começou, pois mal calcei os coturnos:

REFERENDO – Na semana passada o assunto referendo – que vem sendo tratado com certa distância e pouca importância pela mídia local – acabou fazendo aflorar posicionamentos que, embora não sejam surpresos, podem refletir nas relações políticas do Estado. Primeiro a senadora Patrícia Saboya (PSB) disse que a atitude da prefeita Luizianne Lins (PT), de provocar a Câmara Municipal sobre a realização do referendo referente à licença para a construção da torre empresarial Iguatemi, era “infantilidade”. A senadora, dessa forma, entra em rota de colisão com a prefeita, com quem andava lado a lado na campanha do então candidato ao governo Cid Gomes (PSB).

REFERENDO – Em seguida, foi a vez do deputado federal e líder do grupo cirista – ao qual a senadora, além do governador e outros parlamentares estaduais, federais e municipais integra –, Ciro Gomes (PSB), criticar a proposta do referendo. Em sua tradicional verborréia, Ciro demonstra que nem ele, muito menos seu grupo político, desprendeu as amarras com o senador Tasso Jereissati (PSDB). O posicionamento de Ciro e Patrícia é descaradamente dúbio: integram a base aliada do governo Lula, têm no governo do Estado – comandado pelo irmão do deputado e ex-cunhado da senadora – uma divisão de cargos com o mesmo PT da prefeita de Fortaleza, mas não se furtam ou escamoteiam a subserviência e defesa dos interesses do presidente nacional do PSDB, um dos maiores críticos, por sinal, do governo que Ciro e Patrícia apóiam.

REFERENDO – Nas declarações atribuídas a Ciro, publicadas pelo jornal O Povo, edição do dia 30/05/07, havia o seguinte: “Fazendo questão de dizer que tem "o maior respeito pela prefeita", mas que, mesmo sendo seu aliado, não pode fechar os olhos para o que entende não ser um ato correto, Ciro Gomes explicou o porquê de sua postura: ‘O licenciamento de um prédio, seja ele qual for e de quem for, há de se fazer dentro da lei que está em vigor. Como é que você manda um assunto dessa natureza para referendo’?". Para quem tem no currículo ter sido professor da cadeira de Direito Constitucional do Curso de Direito da Unifor, o parlamentar demonstra total desconhecimento da lei. O assunto foi enviado para um referendo exatamente pelo amparo legal. A proposta do referendo satisfaz todos os pré-requisitos legais. Ou o ex-professor de Direito Constitucional não conhece o preceito constitucional sobre referendo e a respectiva legislação que regulamentou o dispositivo em níveis estadual e municipal?

REFERENDO – O absurdo das argumentações de Ciro se cristalizam ainda mais nas declarações publicadas pelo jornal: “Vamos supor que no referendo o povo diga sim, pode construir. E se for ilegal, como é que pode o povo aceitar a construção de um prédio ilegal? De outra forma, vamos supor que seja legal, e aí, vamos lá que o povo, por alguma razão, diga que não pode. Como é que o povo pode dizer não pode se a lei diz que sim? Por isso que o licenciamento é um regramento legal e há de ser aperfeiçoado, praticado ou indeferido no tempo daquilo que está previsto na lei". Primeiro, se a construção não tivesse respaldo legal, sequer teria sido permitido pelo Poder Público Municipal. Vale ressaltar que, uma vez preenchidos todos os requisitos legais, o Poder Público não pode negar o que é requerido. Caso houvesse ilegalidade, a licença não seria concedida e, ainda que fosse o Judiciário seria provocado a decidir sobre a legalidade. Ainda que a lei diga sim o povo pode dizer não, pois, mais uma vez, existem dispositivos previstos pela Constituição para isso. E a decisão popular é soberana. Vox Populi Vox Dei. Ou isso o ex-professor de Direito Constitucional também não sabe?

REFERENDO – Não é possível que Luizianne não tenha percebido a fragilidade ou, até mesmo, inexistência dessa “aliança” com o grupo cirista, seja em que nível for. A prefeita precisa, ainda, indagar qual a definição do PSB. Segundo a coluna Vertical (O Povo), do dia 02/06/07, o deputado estadual José Sarto (PSB) se posicionou contrário à realização do referendo. O presidente estadual da sigla, Sérgio Novais, é vice-presidente da Câmara Municipal e um dos principais articuladores da bancada de sustentação da prefeita. Ficou bastante exposto que o grupo cirista – como aconteceu nos pousos anteriores – atua de maneira independente do que dispõe a executiva do partido, como se fosse um corpo autônomo. Típico de quem opta por abrigar-se em legendas de aluguel.

REFERENDO – Quem partiu para a ofensiva foi o Grupo Jereissati, através da veiculação de vídeo institucional do shopping, enfocando o mangue do rio Cocó, local onde pretende construir a torre empresarial de quinze andares. Trata-se de propaganda antecipada, disfarçada de vídeo institucional. Na peça, há a afirmação de que a área onde hoje está instalado o shopping era uma salina e foi comprada para o empreendimento, em seguida “criado” uma área de mangue e em seguida doada ao Poder Público. Balela. O local era uma salina, sim, mas o mangue já existia. Foi devastado exatamente para a instalação da salina. A saída do empreendimento permitiu que a natureza se recompusesse. Afinal, adversamente do que sugere o vídeo, o Iguatemi não deu vida ao local. "A vida do Cocó começou quando o iguatemi ganhou vida", diz o texto do vídeo. Quem é o Iguatemi? Deus? Tasso assim se julga? Por certo, sim. Também é incorreto afirmar que houve doação da área onde ressurgiu o mangue.

REFERENDO – Afinal, se a área não era, naturalmente, um mangue, por qual motivo o Grupo Jereissati providenciou a plantação de eucaliptos na área há algum tempo? Simples: como se tratava realmente de área de mangue, o piso do Iguatemi estava afundando e, para drenar a área, foi feito o plantio, pois eucalipto é a árvore indicada para “chupar” a água de um terreno. Durante anos a legislação foi moldada para que Fortaleza crescesse preferencialmente ao redor do Iguatemi. As ruas e avenidas foram construídas, ampliadas para que os caminhos para lá levassem todos. A forma omissa e parcial como a imprensa local vem tratando o assunto chega a ser revoltante. Infelizmente a mídia não vem cumprindo o papel de, pelo menos, suscitar uma discussão sobre o tema. Imparcial, profunda e com a participação de todos os setores da sociedade.

REFERENDO – Ainda com relação ao referendo e a ação movida pelo procurador da República Oscar Costa Filho contra sua realização: o nobre procurador não lembra que o empreendimento foi objeto de um questionamento feito pela Procuradoria da República no Ceará, que apontou ilegalidades no projeto, ação decidida em favor do Grupo Jereissati após uma pendenga que durou dois anos? Oscar não lembra ou não sabe que está indo contra o posicionamento da própria Instituição à qual pertence?

25 de maio de 2007

Coisas Boas 2!



Depois de quase um ano (Coisas Boas I!) aqui vai uma nova seleção:

Rolling Stone - She´s A Rainbow
Jards Macalé - ...dois corações
Jazzamor - around'n'around
Paula Morelenbaum - Brigas nunca mais
Pink Floyd - Flaming
Kon Kan - I beg your pardon
Smiths - Please please please let me get what I want
U2 - The Three Sunrises
U2 ft. Johnny Cash - The Wanderer
Flock of Seagulls - Space Age Love Song
Magnetic Fields - Yeah! Oh, Yeah!
Belle & Sebastian - Rollercoaster Ride
Mano Negra - Guayaquil City
Nena - Liebe Ist
Echo and the Bunnymen - Nothing lasts forever!
The Go-Betweens - Here Comes a City
Mother Love Bone - Man of Golden Words
Nicky & Nicky - Souvenir
Sigur Ros - Procure conhecer estes caras, muito bons!

23 de maio de 2007

Essa briga eu vou comprar. Primeira viagem ao lago.

Um raio não deve cair duas vezes no mesmo lugar. Como a fábula do beija-flor e o incêndio na floresta, aqui vai minha primeira viagem ao lago. Destaque para o segundo texto no Centro de Mídia Independente, que aqui extraio:

"O Iguatemi Empresarial, cujas obras ainda não começaram (ainda bem, e queremos impedir que comecem), está para se localizar bem próximo da mata ciliar do rio Cocó na avenida Engenheiro Santana Jr. O trânsito na área já é bastante intenso e caótico, desde o cruzamento dessa avenida com a Antônio Sales até a FA7, passendo pelo Iguatemi e pela Unifor. A poluição sonora já é tanta! A nossa cidade é o que está em jogo!"

Links externos:

Prefeitura de Fortaleza

Centro de Mídia Independente aqui e aqui

22 de maio de 2007

Hiroshima.





Esse vai em inglês mesmo. Foi um comentário que deixei neste excelente blogue: Fogonazos. Leia o post antes de ler meu comentário. As fotos são de uma carcaça de bomba atômica do mesmo tipo da Little Boy, solta sobre Hiroshima, tiradas no Imperial War Museum.

It's not about 1945's Japan or U.S. It's not about us and them. It is about humans been doing this since theirs very early days. The bomb was an instrument of this capability of doing evil to ourselves. It should remain as a symbol of the rational power to kill that we have. It's a terrible power that should not be used. But what happens is just the contrary: it is the rule. Humanity killing humanity. The bomb is grain of dust in our evil self history. So, our rational power should be used to educate ourselves to get rid of such capability. But what we find? A bunch of nations with an arsenal ready to clean the surface of Earth. A percentage of world population ready to extinguish itself. For that, a return to my firsts words: it is not about nations or momentum, it is about not destroy ourselves and debate it in a effective way. The existence of such arsenal is equivalent to the bombing itself. A realistic viewer can says that the very tomorrow doesn't exists, for the such power that we created and had on constant stand by. A fantasious viewer can says that we should get rid of this power to get the reason out from the realistic viewer. But, that´s a debate as far as the pain showed in these photos.

17 de maio de 2007

R$ vs. US$.

Vou me atrever num assunto que domino muito menos que os outros. Com base nestes dois textos (este e este), creio que um setor industrial de um país como o Brasil não pode ficar choramingando por intervenções na taxa de câmbio de maneira intencional pelo BC a fim de diminuir a valorização do real e, em conseqüência, trazer atratividade para sua produção pelo critério preço-câmbio. Melhor dizendo: deve ser buscada pela indústria outras formas de incutir qualidades em seus produtos além do fator preço com base na valorização, a exemplo da sua modernização no início dos anos 90. Uma estrada a ser pegue e não mais abandonada é enfrentar o governo em busca de uma arrecadação fiscal mais eficaz. Não se trata de pedir corte em alíquotas, creio. Mas sim tirar o efeito multiplicador negativo da carga tributária do processo industrial. Permitir que tanto fornecedores, indústria e consumidores vejam de forma mais ampla o preço cobrado pelo Estado desde as linhas de montagem até as prateleiras. Enfim, o planteamento deve ser para melhorar o papel do governo não na política financeira, pois esta cabe a um organismo que deve atuar independente da vontade de partidos políticos, mas sim em mostrar a fotografia de sua carga tributária para que possa ser discutido seu enxugamento desde o ponto de vista da ineficácia posta por esta.

Fiz muito feio?

16 de maio de 2007

Visita do papa.


Ouvi dizer de ouvir falar que o papa fez andanças pelo Brasil. Saiu dali, foi para acolá, só não passou por aqui. Deixou de falar o que tinha pra falar e falou o que não tinha. Pelo menos esta era minha primeira opinião quando ainda frescas suas palavras. Mas assentada a poeira e analisando com calma... Bom, meu novo julgo ficará para uma próxima, ou mais provável, para as mesas de bares. Enfim, da realidade paro por aqui, mas fiquei pensando em uma ficção: e se estivesse a oportunidade de encontrá-Lhe, o que iria pedir ao homem do anel do Pescador?

Bom não demorei muito a fazer mais uma viagem. Foi compacta e hilária. Imaginei se tal ventura ocorresse iria direto ao assunto. Sem discutir aquilo já aberto em seus discursos, ia fazer um pedido, sem delongas e senões. Chegaria e falava: "-Vossa Santidade, Eminência, Excelência, Autarquia imaculada, San Peter's Chair Man, Herr Ratzinger, Pastor Pastorum...(a embromação termina aqui), seria possível elaborar e assinar em meu favor uma bula? É, uma bula com Vossa firma, mas o conteúdo eu sugiro. Ela deve ter duas natureza, uma material outra espiritual. A material Você me concede uma quantidade de recursos suficiente para montar-me uma organização militar, de assassinos, para encurtar a conversa, capazes de enfrentar os desafios de logística e combate de nossos dias. Nada de cavalos e catapultas, vamos precisar de tudo do bom e do melhor, mas como vamos começar pelo Brasil, não vai precisar de muita coisa não, aqui o estoque é grande, só tem que pedir as pessoas certas, creia-me.

Se ele esboçar alguma reação de consentimento ou interesse eu continuaria:

- Entendeu? É só um início e não quero começar com nada grande, teria que fazer umas intervenções pontuais, depois acho que as massas nos respaldariam, orando em favor das prescrições contidas na bula, que depois a gente escolhe o nome com mais calma. Se até aqui ele continuasse de ouvidos para meu lado, eu passaria abreviadamente para a parte espiritual, a parte mais necessária de tarefa:

- Com estes recursos, que Você pode conseguir vendendo uma ou outra propriedade destas bandas, eu iria à caça de infiéis. Não me venha dizer que não posso fazer isto, pois sangue é o que não falta nas mãos de seus antepassados, não me reprove quanto a isto! Deixa eu chegar até o fim! - acho que aqui teria que amarrá-lo na cadeira ou pisar sobre sua capa branca para que ficasse sentado e a escutar.

- Preciso que consiga uma maneira de me revelar dentre Seus auto-proclamados seguidores, nascidos em terras de Tupã, os que pedem perdão dos deslizes terrenos da forma receitada por Sua doutrina e logo deixam dentro dos templos do Senhor toda e qualquer vontade de não cometer pecados, ao contrário, saem com a certeza de receber perdão dos novos pecados daqui 7 dias! É que acho que eles aproveitam do paradoxo: seguir dez regras, mas uma grande exceção para todas as dez, e assim esta gente tem atenção as dez regras, mas também usa e abusa da exceção, e assim segue a vida nestas paragens. Por isto Lhe sugiro: coloque na bula que devemos, meus assassinos, buscar aqueles que pregam e não praticam, acreditam no firmamento Divino, mas praticam o inferno para seus semelhantes, este tipo de gente o Senhor deve conhecer melhor que eu, até igrejas eles são capazes de erigir; enfim, quero que busque uma maneira de, pode ser até com meios sobrenaturais, destacar esta gente do resto, algo além do adjetivo corrupto. Já pensou em fazer brilhar uma vela acesa sobre a cabeça de cada um destes? Ia ter luz no Brasil para ofuscar o Sol, e olha que falamos do Brasil!

Agora teria um o derradeiro problema, e eu seguiria:

- A sua bula tem que abrir uma exceção, pois já imaginou se aparece uma vela acesa, por exemplo, na minha cabeça? Como tocar a empreitada para frente? Como executar a bula se tiver uma chama no meu cocuruto? Assim...er...er... entendeu, vai que aparece, coisa do Demo, sabe? Ou seja, tem que abrir uma exceção aqui também, tá certo? Seria constrangedor tanta vela acesa e sem ninguém para apagar, né? E aconselho pedir para seus representantes ficarem escondidos, para evitar um ou outro constrangimento, entende? Daí, para que possamos dormir um dia, afinal, terá que por um termo a estes efeitos luminosos. Neste dia, melhor, um dia depois do prazo, Você aparece por aqui para que possamos fazer o saldo. Acredito que sobrará muita gente, Senhor papa, mas pelo menos dias tão iluminados como estes o Brasil nunca mais terá. Pode ser ou tá difícil? Minha caneta ou a sua?

Assim terminaria o tête-à-tête com Ele. Se saísse com a bula assinada, colocava para tocar a Cavalgada da Valquírias e meus feitos fariam Lampião parecer santo, um companheiro para Frei Galvão. Se saísse sem nada, não teria problema: continuávamos a viver em nosso maravilhoso país, criticando todos, menos nós mesmos, assim como eu. ;)

Difícil decolagem.

Em um país repleto de limitações institucionais, recheado com uma sociedade das mais desiguais que existe sobre a face do globo terrestre,...